Bia Arantes, estrela de Carinha de Anjo, num papo delícia com você

Nesta entrevista exclusiva para TITITI, a protagonista da novela do SBT falou do atual trabalho na telinha, da vida e de sua ‘ídola’/amiga, a atriz e cantora Karin Hills

Por Patricia Battaglia

Bia Arantes | <i>Crédito: Martin Gurfein
Bia Arantes | Crédito: Martin Gurfein
Como não se encantar com a doce e linda irmã Cecília, grande destaque da novela Carinha de Anjo, do SBT, ao lado da pequena Dulce Maria (Lorena Queiroz)? Pois é, a intérprete da noviça, Beatriz de Oliveira Arantes, conhecida como Bia Arantes, 24 anos, está arrasando no papel. Mas o sucesso não é de agora não, gente!
Nascida em Piumhi e criada em São Sebastião do Paraíso, também em Minas Gerais, a artista mudou-se aos 17 anos para o Rio  a fim de tentar a carreira de modelo. Ela fazia balé, mas parou por causa de uma lesão no joelho esquerdo. Após ter seu sonho frustrado pelo incidente, Bia se reencontrou e se reinventou no teatro.
A gata ingressou na TV na novela Cama de Gato (2009) e ganhou ainda mais fãs em Malhação (2011). Quer saber mais da estrelinha? À TITITI ela abriu o coração sobre sua Cecília, namoro, filhos, religião e a sua relação com a colega de elenco, a ex-Rouge Karin Hills (que faz a irmã Fabiana). Vem ver!

TITITI – Como você era na infância? Doce como a Dulce Maria ou arteira? 
Bia Arantes – Sempre fui quietinha, mais observadora do que falante. Gostava de brincar com minhas amiguinhas e nunca muito arteira, não...

Quando decidiu ser atriz?
Eu nunca havia pensado nisso, sabe? Fazia balé já aos 3 anos, comecei o teatro aos 12, mas nunca planejei a arte como profissão. Aos 16, eu já conhecia o Sergio Mattos, diretor da 40 Graus Models e, numa visita ao Rio, fui à agência dele, que me indicou a um teste para uma novela das 6 da Globo (Cama de Gato). Fui no intuito de conhecer o Projac, mas jamais pensei que conseguiria o papel. Em uma semana saiu o resultado positivo e deixei Minas para morar no Rio. A partir daí, comecei a levar a sério os estudos de interpretação e a profissão para a vida. 

Alguém da sua família a influenciou na trajetória?
Não tenho artistas na família. Mas ter o apoio dos meus pais em tudo o que quis fazer, desde o balé até a mudança para o Rio, foi fundamental para que me tornasse atriz. 

Chegou a fazer faculdade? Se não fosse atriz, o que seria?
Eu estudava ciência política na Universidade Federal do Estado do Rio, mas não concluí. Ainda penso em cursar algo fora da área, não mais essa faculdade... Letras ou psicologia, talvez. 

A Irmã Cecília canta... Que tal a Bia soltando a voz?
Por enquanto, não gravei nenhum solo como Cecília, não. Não sei se está por vir algo... Até porque não sou cantora, apenas tenho preparação vocal. Não me atreveria a me lançar na carreira... Melhor deixar pra quem sabe (risos). 

Aliás, como é trabalhar com Karin Hills, que canta pra caramba? 
Ela é um ser humano ímpar e esbanja talento. Uma parceira de cena muito generosa e ótima amiga. Foi um presente tê-la comigo na novela!

Era fã da banda Rouge?
Mas é claro! Sei todas as músicas de cor!!! Nada como trabalhar com sua ‘ídola’, né (risos)?

E seu relacionamento com a Lorena Queiroz, que tem apenas 5 anos e arrasa? 
A Lolô é uma delícia! Superparceira e grande profissional. É divertida e somos muito próximas, mesmo. Cuidamos uma da outra e sempre inventamos coisas para Cecília e Dulce.

Doeu muito ter deixado o balé ainda na adolescência por causa do joelho?
Ah, eu amava dançar. Nunca pensei em ser profissional, mas foi um baque ter parado por causa da lesão. Ainda bem que tive no teatro a descoberta de uma nova paixão.

Você já fez outros grandes papéis, como em Malhação e em Sangue Bom (2013). O que aprendeu de mais valioso na profissão até aqui?
Ela me fez redescobrir limites, minha dedicação... Desmistificou muito o “glamour” da área artística e me apresentou o esforço, a pesquisa, o processo. Também foi muito valioso fazer amigos, conquistar experiências... 

Em Carinha, você é uma noviça. Você segue alguma religião?
Estudei quase que a vida toda num colégio católico de irmãs. Aprendi muito lá com uma formação humana, mas não sigo atualmente. Ainda estou à procura de uma religião que me complete... Mas acredito na força do bem, da bondade, da igualdade e da espiritualidade. 

Como anda o coração? Namora? Está solteira?
Namorando e feliz. 

Pensa em casar e ter filhos?
Um dia, quem sabe... Por ora, com tanto trabalho, fica difícil fazer planos assim. 

Fale mais de sua relação com a família?
Meus pais moram em Minas ainda e meu irmão em Brasília. No entanto, somos muito unidos e sempre que podemos estamos juntos. Eles são tudo para mim! 

30/03/2017 - 18:05

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