Giovanna fala do desafio em Sol Nascente!

A estrela dá detalhes de sua personagem, Alice, na substituta de Êta Mundo Bom!, que estreará no dia 29 de agosto

Raquel Borges

A atriz está em Sol Nascente | <i>Crédito: Divulgação
A atriz está em Sol Nascente | Crédito: Divulgação
É possível ver os olhos de Giovanna Antonelli brilharem quando ela fala de sua protagonista, a  Alice, de Sol Nascente, a próxima novela global das 6. TITITI esteve com a atriz durante uma recente gravação da trama em São Paulo e, segundo ela, a exatos 22 anos não encarava um folhetim nesta faixa de horário. “Minha primeira novela das 6 conto como Tropicaliente (1994), do Walther Negrão. E temos aí esse meu reencontro tanto com o horário quanto com o autor. Morria de vontade de voltar a trabalhar com ele”, diz, emocionada.
Poucos se lembram que a carreira artística de Giovanna começou, na verdade, no Clube da Criança, apresentado por Angélica, na extinta TV Manchete. Sim, ela foi angeliquete (assistente de palco) em 1991!!! Depois não saiu mais da telinha: fez Tocaia Grande (1995) e Xica da Silva (1996) na mesma emissora. Já na Globo, brilhou em Corpo Dourado (1998), Força de um Desejo (1999), Malhação (1999), Laços de Família (2000), O Clone (2001). Mais tarde, arrebentou em dobradinha com Alexandre Nero: em Salve Jorge (2012), como a “delegata” Helô, e em A Regra do Jogo (2015), na pele de Atena.
Em breve, a musa surgirá em sequências com outro querido seu: Bruno Gagliasso, com quem fará par romântico em Sol... Um motivo de alegria. “A troca entre os atores em cena é muito importante. E sou amiga do Bruno Gagliasso há muito tempo, mas nunca trabalhamos juntos. Está sendo um presente! Ah, tenho vontade de trabalhar com muita gente, mas, às vezes, as agendas não se encaixam. Desta vez deu certo!”, comenta a bela!

TITITI – Conta mais da Alice pra gente? 
Giovanna Antonelli – Ela é uma mulher racional, segura, objetiva... É filha adotiva de um mestiço de japonês, o Kazuo Tanaka, papel do Luis Melo. Ele é amigo da Geppina (Aracy Balabanian) e do Gaetano (Francisco Cuoco) há mais de 50 anos. Foi o Tanaka quem ajudou os italianos a fugirem de uma máfia misteriosa... Mas isso é outro assunto (risos). E  a Alice tem esse grande amigo que é o Mário, feito pelo Gagliasso. Ou seja, é uma história de amizade entre duas famílias. 

Mário e Alice vão se apaixonar... Mas ela nunca tinha sentido nada assim por ele apesar da convivência?
Não. Eles são companheiros desde criança, tipo melhores amigos, mesmo. Amigo-irmão de saber tudo da vida um do outro. No início, ela se vê indo ao Japão para fazer uma pós-graduação. E ele se encontra repentinamente apaixonado por ela. E como tem um jeito fanfarrão, bad boy, e ela sabe tudo da vida dele, desconsidera. E no Japão ela se envolve com César (Rafael Cardoso).

Com a distância, Alice descobrirá que ama Mário? 
Não, a distância continua normal pra ela. A Alice quer resgatar essa amizade que ficou balançada a partir desse momento em que ele confundiu o sentimento. Ela entende como uma confusão de sentimentos, até brotar esse amor que, pelo jeito, já existia, mas nem ela sabia. Só após uma passagem de anos os dois se envolvem. 

E como é o romance do César com a Alice? 
Acho que é um amor idealizado por ela. Alice vê nele o que acredita ser bom para ela. O coração não tem uma lógica, né?! Assim, lá na frente da trama vai existir um grande conflito entre eles. Ainda não posso contar (risos).

Êta Mundo Bom! terminou com um baita sucesso. Qual o diferencial de Sol Nascente para cativar o público?
A gente está fazendo uma novela que há muitos anos não se fazia. Os três focos principais são: amor, amizade e família. Esses três elementos juntos, acho, há tempos não são falados numa trama. E são novelas assim que pegam muito a gente pelo coração. 

Toda vez que você está numa novela temos uma tendência de moda, beleza, acessórios... No que podemos ficar ligados?
Então, temos uma inspiração numa linha “japonismo”, algo mais despojado, umas roupas meio quimono, sapatos diferentes, acessórios e cabelos diferentes... No começo, a Alice terá um penteado comprido, mais careta. E, numa passagem de tempo, volta do Japão mais moderna, com bastante novidade. 

Já se envolveu com algum amigo na vida pessoal?
Não. E olha que tenho até grandes histórias com meus amigos homens. Mas nunca me apaixonei por um amigo. Quer dizer, não sei se da outra parte, né (gargalhadas)?! Se houve foi velado.

Você contou que o Bruno é seu amigo. Como está sendo contracenar com ele?
Eu e Bruno brincamos que estamos apaixonados pelos nossos personagens. E vem sendo uma delícia essa troca, um mar de novidades. Tenho sorte dos parceiros que tive na carreira, dessa troca de poder trabalhar junto.

Como é ser dirigida pelo marido (Leonardo Nogueira, casado com Gio e pai das gêmeas Antônia e Sofia, de 6 anos)?
Eu amo, né! Essa é a terceira novela que a gente consegue fazer junto. Estamos casados há sete anos. E o melhor é: conseguiremos ter férias juntos! Admiro-o muito como homem e profissional. Adoro ser dirigida pelo Leo.

Se tiver algum desentendimento |já resolvem na hora?
Total! Até porque a gente não tem muitos problemas na vida pessoal. Depois de tantos anos juntos, nos conhecemos muuuito e, quando existe respeito e educação, a convivência é ótima. 

Como administra o seu tempo com as crianças?
Os três (Antônia, Sofia, e Pietro, de 11 anos, de seu relacionamento anterior com Murilo Benício) são uns presentes. Conversamos muito e a família está sempre junta: minha mãe, minha sogra, todos ajudam... São pessoas enviadas de Deus. E os meus filhos são compreensivos e estão sempre de bom humor. Eu é que sinto falta!!! Lembro que quando estava rodando o filme SOS – Mulheres ao Mar (2014), tinha uma folga de três dias na Itália. Peguei o avião, que morro de medo, e voltei para o Brasil. Fiquei um dia em casa, peguei o avião novamente e retornei para lá. Só para poder ficar pertinho deles um dia que fosse!

27/08/2016 - 10:00

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