Thuany Parente: 'Se não pudesse cantar, me sentiria como um pássaro preso em uma gaiola'

Destaque como a cantora Alice de Apocalipse, a atriz conta que a música sempre fez parte de sua vida

Thuany Parente fala sobre as músicas que são trilha de sua vida | <i>Crédito: Rodrigo Lopes
Thuany Parente fala sobre as músicas que são trilha de sua vida | Crédito: Rodrigo Lopes

O fim do mundo, para Thuany Parente, é ficar sem voz! Assim como Alice, personagem que defende em Apocalipse, na RecordTV, a atriz respira música desde pequena. Filha de um cantor, compositor e integrante de uma banda cover, sempre espiando os shows por trás das cortinas, acabou reencontrando as canções que tanto fizeram sua infância mais feliz ao atuar no musical Era do Rock, em 2017.

“Tive a chance de cantar músicas que ouvi meu pai cantar quando pequena. Foi muito especial”, derrete-se.

Já na adolescência, foi a vez dos grandes musicais fazerem a cabeça de Thuany Parente. Fã de Wicked e Rent – dois clássicos! –, acabou integrando o elenco das versões nacionais dos espetáculos. “Interpreteis papeis que cansei de fazer para o espelho”, entrega, aos risos.

Mesmo sendo uma ‘fera’ nos palcos, a estrela entrega que não foi fácil estrear na televisão. “Deu um medinho sim”, pondera. Contudo, apaixonada por desafios, decidiu encarar de frente a chance de brilhar nas telinhas. “Mas lembro que tomei um susto quando me ligaram dizendo que estaria em Apocalipse”, revela, nesta entrevista exclusiva!

TITITI – Você realmente canta em cena?

Thuany Parente – A Vivian Oliveira [autora da novela] pediu que tudo fosse cantado ao vivo! Inclusive, dá um super trabalho para a galera da edição, que precisa montar um quebra-cabeça para fazer tudo soar como uma coisa só. Acho que o resultado fica bem bacana, porque posso brincar com o que a personagem está sentindo naquele momento e passar para a minha voz, tornando a cena bem viva.

Tem pretensão de lançar um trabalho no mundo da música?
Gravei uma canção para a trilha da novela e, inclusive, estará disponível no álbum que vai para as lojas. Fora isso, ainda não tenho nenhum plano concreto. Primeiro preciso descobrir o que quero falar através das minhas músicas, com qual público quero conversar. Isso ainda não está claro na minha cabeça, então não acho que seja a hora de dar esse passo.

Qual paixão surgiu primeiro em sua vida: a música ou a atuação?
Se não pudesse cantar, me sentiria como um pássaro preseo em uma gaiola. Mas a minha grande paixão é a atuação. Desde pequena, sonho em ser atriz.

E seus pais sempre a apoiaram nesse sonho?
Felizmente, sempre! É claro, há preocupação quanto à instabilidade da profissão. É natural que a família se preocupe com isso, não há garantia de retorno. Ao mesmo tempo, sou muito determinada e pé no chão. Isso fez com que confiassem em mim e visse as coisas acontecendo aos poucos.

É a única artista da família?
Meu pai cantava em uma banda de rock cover. Cresci frequentando ensaios, dormindo em camarins. Isso me ajudou a ter uma sensibilidade musical.

Já curtia filmes e peças musicais antes?
Amava os desenhos da Disney quando criança. Depois, por conta de um curso de teatro que resolveu montar um espetáculo do gênero, acabei entrando em contato com os filmes musicais e achei o máximo a ideia de pessoas de verdade cantando como nas animações. Me apaixonei por Moulin Rouge e Chicago. Já entre as peças, minhas favoritas estão Wicked e Rent.

O que não pode ficar de fora da sua playlist?
Sou bem eclética e ouço de tudo um pouco, mas tenho escutado muito Lana Del Rey, Björk e Aurora, uma cantora norueguesa que descobri há pouco tempo e estou completamente viciada. De nacional, gosto muito de Marisa Monte, Elis Regina e Chico Buarque, que é um gênio.

Está namorando?
Não, estou solteira há pouco tempo.

Considera-se vaidosa?
Depende. Gosto muito de praticar exercícios e tenho uma rotina super certinha em relação à pele e ao cabelo. Tento me alimentar bem, beber muita água e não saio de casa sem filtro solar de jeito nenhum! Mas não tenho muita paciência para me maquiar, muito menos usar secador ou babyliss (risos). Então, quase sempre estou de cara lavada, coque na cabeça e roupinha básica.

30/01/2018 - 18:00

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