Dudu Braga grava DVD e ganha a bênção do pai, Roberto Carlos!

Além do Rei, a banda do músico contou ainda com participação de Toni Garrido, Andreas Kisser, Digão e Rogério Flausino

Roberto Carlos e todo o seu amor ao filho, Dudu Braga | <i>Crédito: Fotos: Manuela Scarpa/ Brazil News
Roberto Carlos e todo o seu amor ao filho, Dudu Braga | Crédito: Fotos: Manuela Scarpa/ Brazil News

Com direito a muito rock and roll – e dos bons –, Dudu Braga gravou, no dia 9, em Sampa, o primeiro DVD de sua banda, a RC na Veia, que conta com Alex Capela no vocal, Fernando Miyata na guitarra, e Juninho Chrispim no baixo.  Dudu é o talentoso batera e clássicos do pai dele, Roberto Carlos, como Eu Sou Terrível, Esse Cara Sou Eu e Ciúme de Você ganharam batidas agitadas. Claro, RC não poderia faltar para prestigiar seu querido e gravar com ele para o trabalho.

 O DVD, também tem participações de Toni Garrido, Andreas Kisser, Digão e Rogério Flausino. “Vocês viram que a gente pega pesado, né?”, brincou Dudu, que agitou o público na Casa Natura Musical. A esposa do ídolo, Valeska Braga, e a filhinha deles, Laurinha Braga, que comemorou seus 2 aninhos na véspera (veja fotos ao lado), estavam lá para desejar sorte.

O final da gravação foi fechado por Roberto com chave de ouro ao som de Se Você Pensa. “Todo mundo aqui o chama de Rei, eu o chamo de pai. E do rock and roll, hein?!”, disse Dudu. Brincalhão, nosso eterno Rei retrucou. “Se você não me chama de pai, vai ver o que vai acontecer. Vai levar umas palmadas!”, declarou, também agradecendo a oportunidade de participar da produção, que terminou com todos os convidados interpretando É Preciso Saber Viver!

Dudu falou com nossa reportagem. Confira tudinho!

TITITI – Você e seu grupo sempre foram do rock?  
Dudu Braga – Olha, toco bateria há muito tempo. Amo todos os estilos musicais, mas como baterista minha playlist é recheada de rock and roll. E os rapazes também amam, claro. Faço palestra de inclusão com pessoas que têm deficiência pelo país e sempre termino com a música É Preciso Saber Viver. E sempre tive bandas de clássicos do rock. Então, chamei esses amigos que já faziam rock and roll, fomos para um estúdio, fizemos as músicas e gostamos. Pensamos em fazer um show inteiro disso. O projeto existe há quatro anos. A jovem guarda, nos anos 60, era o rock and roll da época. Meu pai sempre foi roqueiro, apesar de ser conhecido como cantor romântico. É uma tremenda honra ter o paizão com a gente nessa hora.

Ele o apoia, dá dicas?
Dá, sim! Falou em música é com ele, né? Mas também 
é muito aberto ao que temos feito, sabe que não estamos realizando um DVD romântico, e sim rock and roll. 

Responsabilidade em cantar e tocar essas inesquecíveis canções dele, não?
Nem me fale! Primeiro, porque é meu pai, mas é o Roberto Carlos, certo? Ele não se autointitula rei, mas muita gente o chama assim, então a responsabilidade é imensa. Assim como tocar com Andreas, Toni, Rogério e Digão.

Fala da relação com a banda?
São todos amigos! O Alex é meu amigo há anos. Foi legal porque quando resolvi fazer isso (o projeto RC na Veia), o guitarrista e o baixista não tocavam com a gente. Falei para o Alex que queria alguém que não tivesse a influência do meu pai para podermos fazer uma releitura, mesmo. Claro que eles já ouviram RC, mas acho que nunca pararam para prestar atenção, e hoje são fãs do paizão (risos). 

Planos futuros...
Estamos focados nesse projeto. Claro, faço meu trabalho de palestras, tenho meu programa na rádio, e que chama As Canções Que Você Fez pra Mim (Nativa FM), nome da música do paizão... Toco canções dele. E é outro projeto que adoro demais. 

O que está achando do mercado da música?
Acho que tem muita coisa boa, como sempre teve, e muita coisa ruim, como também sempre teve. O artista hoje, quando canta e compõe, não pode nunca perder a noção de que ele é referência para quem está assistindo ao trabalho e o ouvindo. Vim do rock e ele é transgressor, mas temos que transgredir com responsabilidade, usar novas referências e ideias tendo padrão ético dentro da música. Para algumas canções e estilos musicais, tem alguns artistas que precisam rever um pouquinho isso.

No campo pessoal: e a vida após a chegada da Laurinha?
Ela nasceu quando eu tinha 46 anos. Então, correr atrás da pequeninha não é fácil, viu? Não tem botão de desliga (risos). 
É uma delícia, dei sorte porque queria uma menina. É minha paixãozinha.

Pretende dar mais irmãozinhos a ela?
Não sei (risos). Estou tão voltado para isso agora (a banda). Por mim, teria uns 15 filhos, adoro criança!

20/10/2017 - 15:23

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